Virar a chave
Você precisa aplicar uma advertência
O erro comum
Você entrega o papel, pede a assinatura e não conversa, e a pessoa sai sem entender o que precisa mudar.
A abertura
“Essa conversa é formal, e eu quero que ela seja útil também. Vou te explicar o que aconteceu e o que muda.”
Os 3 movimentos
- 1
Diga o fato e o que veio antes
“O que aconteceu foi isso. E a gente já tinha conversado sobre isso antes, e é essa repetição que traz a advertência.”
- 2
Explique o que o documento é
“Isso não é o fim da sua história aqui. É um registro formal, para ficar claro que o assunto foi tratado.”
- 3
Diga o que muda, com nome
“O que eu preciso a partir de agora é isso, e eu vou acompanhar junto com você.”
Não diga
“Assina aqui, é só protocolo.”
Esvazia o que a conversa tem de útil e a pessoa sai sem saber o que fazer diferente.
“Eu não queria fazer isso.”
Pede que a pessoa cuide do seu desconforto, bem na hora em que ela é quem está recebendo.
“Da próxima vez é justa causa.”
Ameaça sobre um rito que não é você quem decide.
O fechamento
“Quero ouvir de você, com as suas palavras, o que você entendeu que muda a partir de hoje.”
Por que funciona
Advertência sem conversa produz assinatura, e assinatura não muda comportamento. Separar o documento, que é formal, do combinado, que muda a rotina, é o que faz o registro servir para algo além do arquivo.
Aprofunde com a Carol
Com o seu caso dentro das falas, em menos de 5 minutos.
