Virar a chave
É a última conversa antes de uma consequência séria
O erro comum
Você suaviza para não assustar, e a pessoa só entende a gravidade quando já não dá para reverter.
A abertura
“Essa conversa é diferente das outras, e vou dizer por quê. Se nada mudar até o prazo que a gente combinar, vai ter consequência.”
Os 3 movimentos
- 1
Diga onde vocês estão
“Isso não está sendo cumprido e a gente já tentou de algumas formas. Chegamos num ponto em que eu não tenho mais como só conversar.”
- 2
Diga o que acontece se não mudar
“Se continuar assim até o prazo, eu encaminho para o RH. Prefiro te dizer agora do que te surpreender depois.”
- 3
Pergunte o que falta, de verdade
“Eu quero que dê certo, e preciso saber o que falta: treinamento, ferramenta, ou algo fora do trabalho.”
Não diga
“Não é nada demais, mas…”
Suaviza justamente a conversa que precisa ser clara. A pessoa não entende a gravidade.
“Você está por um fio.”
Ameaça sem plano. Gera medo, e medo não melhora desempenho.
“Vamos ver como vai ser.”
Sem prazo e sem critério, nada muda e a conversa se repete em dois meses.
O fechamento
“Quero escrever agora o que vai ser acompanhado, com que frequência e até quando. Começamos por qual ponto?”
Por que funciona
Quando a consequência chega sem aviso, a pessoa sente injustiça, mesmo tendo ouvido um aviso vago antes. Dizer com todas as letras onde vocês estão, com prazo e critério, transforma medo em chance real de virar o jogo.
Aprofunde com a Carol
Com o seu caso dentro das falas, em menos de 5 minutos.
